quinta-feira, 2 de julho de 2015

ALÉM DA H1N1 EXISTEM OUTRAS DOENÇAS MUITO PERIGOSAS COMO A POLIOMIELITE E O HPV.

POLIOMIELITE

É uma doença viral que pode afetar os nervos e levar a paralisia parcial ou total.

Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença afeta tanto crianças quanto adultos.

TRANSMISSÃO 

A pólio é causada pela infecção do poliovirus por contato direto pessoa a pessoa e também por contato com muco, catarro ou fezes infectadas.

A aquisição é oral, o vírus entra por meio da boca e do nariz e se multiplica na garganta e no trato intestinal.


PREVENÇÃO

Pode ser evitada com medidas de prevenção contra doenças transmitidas por contato fecal de água e alimentos.

A imunização contra a pólio, feita com vacinas, previne efetivamente a poliomielite na grande maioria das pessoas. Fique atento às campanhas nacionais de vacinação, que acontecem anualmente.


 FATORES DE RISCO 

Pessoas que não foram devidamente imunizadas estão em maior risco de contrair poliomielite.

Mulheres gravidas, idosos e pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como portadores de HIV, são especialmente suscetíveis a contrair a doença.

Em locais com más condições de saneamento básico, a população torna-se mais vulnerável, principalmente crianças até os cinco anos de idade.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 

O reconhecimento da pólio é pela observação dos sintomas, tais como dor e rigidez no pescoço, reflexos anormais, lentos ou inexistentes e dificuldade de deglutição e respirar.

A poliomielite nao tem tratamento específico. O seu foco é amenizas o desconforto e acelerar a recuperação.





HPV

O HPV é uma doença causada pelo Papilomavirus Humano. Existem mais de 100 tipos desse vírus.

TRANSMISSÃO 

Se dá por relações sexuais; pode ocorrer de mãe para feto; por objetos contaminados ou contato direto com a pele infectada.

SINTOMAS

A doenca pode nao apresentar sintomas ou pode provocar a formacao de verrugas na pele nas regioes oral, anal, genital e da uretra.
Se a alteração nos genitais for discreta, será percebida somente através de exames específicos. Se forem mais graves, podem formar um tumor como câncer de colo de útero ou do pênis.

VACINAÇÃO

Existem dois tipos de vacina contra o virus do HPV:

Bivalente: protege contra os subtipos 16 e 18 do virus, que sao responsaveis por setenta por cento dos casos de câncer de colo de utero. É recomendado para meninas e mulheres partir dos 10 anos.

Gardasil (quadrivalente): protege contra os subtipos 16, 18, 6 e 11. Os dois ultimos sao causadores das verrugas genitais em noventa por cento dos casos. Essa é a vacina oferecida nos postos de saude. É recomendada para meninos e meninas entre 9 e 26 anos de idade.

IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA

Estudos mostram que a vacina tem maior eficiência se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade há maior produção de anticorpos contra o HPV[que esta incluído na vacina]

DOSES DA VACINA 

PRIMEIRA DOSE;
SEGUNDA DOSE (6 meses após a primeira)
TERCEIRA DOSE(60 meses após a primeira)

É preciso completar o esquema vacinal, pois só após a segunda dose a pessoa estará protegida.

TRATAMENTO 

O vírus do HPV pode ser eliminado espontaneamente, sem que a pessoa sequer saiba que estava infectada. Uma vez feito através de medicamentos ou pode ser cirúrgico.

OBSERVAÇÕES

O vírus é também conhecido como: verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista;

Segundo o ministerio da saude, a vacina contra o HPV nao substitui a necessidades de exames ginecológicos e o uso de camisinha durante a relação sexual;

Sexo oral também transmite o vírus. 

RECOMENDAÇÕES

Uso de preservativos;

Não é recomendado parto normal a gestantes portadoras de HPV com lesões genitais em atividade;

Consulte regularmente o ginecologista e faça os exames prescritos a partir do início da vida sexual;

Se o resultado de seu exame for positivo, avise seu(sua) parceiro(a). Ambos precisam de tratamento.

BIBLIOGRAFIA

minhavida.com.br
hpvonline.com.br
portalarquivos.saude.gov.br
mdsaude.com
drauziovarella.com.br

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Campanha nacional de vacinação contra gripe começou dia 27 de abril

Ministério da Saúde distribuiu 54 milhões de doses para o grupo de risco. Brasil quer imunizar 49 milhões de pessoas contra a gripe até o dia 22 de maio.
Fazem parte do grupo de risco as crianças de 6 meses a menores de 5 anos, doentes crônicos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, presos e funcionários do sistema prisional.
 A meta deste ano é imunizar 49 milhões de pessoas. Em 2014, 44,3 milhões receberam a vacina, o equivalente a 86,7% do total previsto pelo ministério.

Dados sobre a vacinação da gripe

A vacina da gripe é opcional e está disponível na rede privada e na rede pública para gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, crianças de seis meses e menores de dois anos, profissionais de saúde, além dos doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade.

As vacinas são trivalentes, ou seja, imunizam contra três tipos de vírus diferentes. A composição da vacina é recomendada anualmente pela OMS, com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes. Dessa forma, a cada ano a vacina da gripe muda, para proteger contra os tipos mais comuns de vírus da gripe naquela época. A vacina da campanha de 2014 no Brasil previne contra os vírus da gripe H1N1 (gripe suína), gripe H3N2 e influenza B.

Existem três tipos de vacinas contra influenza: 
- vacinas de vírus fracionados; 
- vacinas de subunidades; 
- vacinas de vírus inteiros. 

No Brasil, utilizam-se apenas as vacinas de vírus fracionados ou de subunidades. Qualquer um desses dois tipos pode ser utilizado em todas as idades. Na composição das vacinas entram antibióticos, tais como a neomicina e a polimixina, e o timerosal como conservante. As vacinas contra influenza têm sido fornecidas em seringas já preparadas com 0,25ml e 0,5ml, bem como em frascos multidoses.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Sintomas da influenza A (H1N1)



   A pessoa apresenta febre acima de 38ºC, tosse e dificuldade respiratória, acompanhada ou não de dor de garganta, ou de manifestações gastrointestinais, dor de cabeça, dores musculares, nas articulações e tosse.

       

       O que fazer quando surgirem os sintomas?  


  No surgimento dos sintomas de gripe, a pessoa deve procurar seu médico de confiança. Após a avaliação clínica, o médico decide se há necessidade de internação. Neste caso, o paciente deve ser encaminhado aos hospitais definidos pela autoridade de saúde local para atender os casos de influenza A (H1N1).


       Como saber se os sintomas estão se agravando?


  Um detalhe importante a ser observado é quando a febre passa e depois volta de forma repentina, após alguns dias. Nas crianças, observe se os lábios estão arroxeados, se as asas do nariz estão batendo e se a musculatura das costas está com movimentos intensos. Essas reações devem estar relacionadas aos sintomas comuns. Em qualquer uma dessas situações, procure seu médico de confiança. Os casos graves ou de pessoas que façam parte do grupo de risco são tratados em hospital. 

Perguntas e respostas sobre vacina contra a gripe H1N1

 

 Para quem já tomou a vacina H1N1 e deseja tomar a da gripe comum, pode tomar a trivalente?


Sim, não há contraindicação.

 

 Existe alguma contraindicação para quem está tomando outro medicamento?


Os pacientes que tomam medicação que altere a imunidade (como corticoides ou imunossupressores) podem não ter uma boa resposta com a vacina, mas não estão contraindicados para recebê-la.

 

 Crianças devem tomar a vacina em uma ou duas doses?


Todas as crianças abaixo de nove anos de idade, que estejam tomando a vacina para Influenza A H1N1 pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

 

 Como tomar a segunda dose da vacina se a mesma não está disponível atualmente?


Aguardamos a liberação das vacinas - que já foram adquiridas e que já estão no Brasil - pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ressaltamos que a aplicação da segunda dose da vacina, mesmo com um intervalo superior a um mês, deve ser realizada a fim de tornar efetiva a imunização contra a gripe.

 

 A vacina pode ser aplicada independentemente da idade?


A vacina pode ser aplicada em crianças acima de 6 meses de idade.

 

 Se a pessoa estiver gripada, ela poderá tomar a vacina?


Se a pessoa estiver sem febre, pode tomar a vacina.

 

 Quem não pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?


Pessoas com doença febril aguda, pessoas com doença neurológica em atividade, ou aquelas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo, ao timerosal (Merthiolate®) e à neomicina.
Nos casos de doença febril aguda, passada esta fase, a vacina poderá ser administrada normalmente.

 

 Quem está grávida pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?


Sim. Conforme orientação do Ministério da Saúde, publicada em nota técnica de Nº 05/2010, que descreve a estratégia de vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1), as gestantes, por constituírem um grupo de alto risco para complicações graves, devem ser vacinadas, independente da sua idade gestacional. Recomenda-se aconselhamento prévio com o seu obstetra.

 

 E quem amamenta pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?


Quem amamenta pode tomar a vacina. Não existem contraindicações formais para a administração da vacina em mulheres que se encontrem amamentando.

 

 Existe alguma precaução para se tomar a vacina?


A principal contraindicação é alergia grave a ovo.

 

 Existe algum efeito colateral?


Os efeitos colaterais mais comuns são: dor local, febre baixa e mal-estar nas primeiras 48 horas após a aplicação.

 

 Existe a vacina da gripe comum separada da H1N1 conjugada?


A vacina das clínicas particulares é trivalente, ou seja, tem a da influenza H1N1 associada a duas para influenza sazonais (H3N2 e B).

 

 É necessário deixar o nome em uma lista de espera para se obter a vacina?


Não. As vacinas serão disponibilizadas conforme a procura.

 

 Qualquer pessoa pode tomar a vacina H1N1?


Sim, desde que tenha mais de seis meses de idade e não haja contraindicação.

 

 Qual é a origem dessa vacina?


É de origem francesa, do laboratório SanofiPasteur.

 

 O vírus da vacina está morto? Ela pode provocar a Gripe A (H1N1)?


A vacina é produzida por vírus inativados (vírus mortos e fracionados). Não existe, portanto, o risco de se adquirir gripe por meio da vacina.

 

 A vacina contra a Gripe A (H1N1) tem efeito imediato?


A proteção começa a existir aproximadamente após duas semanas (15 dias) da administração, prolongando-se por cerca de um ano.

 

 Por quanto tempo a pessoa que tomar a vacina estará imune?


Em média, por um ano.